John Riley, estava no alto da Pedra De Outono, cercado de sons de seu violão negro, esmrilhado por cordas de nylon, Ravena, com o olhar mais longe ainda, se deixava levar pelo som e pelas ondas que batiam, e respingavam em suas coxas, descendo ao baixo da saia, ela sentia algo, mais, era tão novo, que ela não sabia.
- Incrivel. - Dizia ela olhando para o horizonte.
- O que? - Perguntou John, sem cessar a musica.
- Como as coisas acontecem.
Se faz um espaço de silencio, como se John desse espaço pra ela decidir o rumo daquela conversa.
- Incrivel. - Dizia ela olhando para o horizonte.
- O que? - Perguntou John, sem cessar a musica.
- Como as coisas acontecem.
Se faz um espaço de silencio, como se John desse espaço pra ela decidir o rumo daquela conversa.
- Há pouco você era um estranho interessante no onibus e eu nem sabia para onde estava indo. Agora eu estou aqui, com um cara que as pessoas podem julgar louco.
- Podem não. O fazem.
- Acho que você me deve aquela explicação sobre seu "amigo".
- É... talvez.
- Talvez? Vai me dizer que não é um homem de palavra?
- Certo... Digamos que eu acordei e ele estava lá.
- Lá aonde?
- Não sei. Eu só sei que de tempos ele vem me "visitar". Ele aparece, e praticamente me julga. Me mostra o que eu ando fazendo. É um ótimo psicologo.
-Ele ao menos te entende John ?
-Mais do que qualquer um - diz John, tocando uma música bonita - Ele é um cara que entende de tudo um naco.
- Gostaria de conhece-lo.
- Acredite, não é facil carrega-lo.
- Olhe para mim. Estou no meio do nada com um cara que eu acabei de conhecer... Pode ter certeza de que nada é facil.
- É. Você está certa.
Ravena deixa sair um sorriso.
- E como ele é?
-Negro.
- Negro? Nossa, isso é um comentario que eu não esperava.
- Não. Não nesse sentido de negro. Ele somente não se mostra. Ele é escuro. Ele busca as informações, não as da.
-Como um espião ?
- Bom, isto eu não sei explicar.
- Coisa de louco.
- É, eu ouço isso sempre que saio na rua.
- Mas depois do que eu vi la dentro, prefiro ficar na minha.
-Poderia ser interessante - John olha ao horizonte, e para de tocar o violão.
-O que foi John ?
-Ouça isso.
-O quê ?
-O Movimento dos barcos cargueiros.
-Eu não vejo...Agora entendo.
De repente, atrás das pedras aparecem três barcos. Os barcos vão se aproximando aos poucos, e param a uma distancia consideravel das margens.
- É bizarro a maneira como eles conseguem manter este ritmo de sempre fazer a mesma coisa.
- Que coisa?
- Pescar.
- E o que você faz John?
-Eu ? Nada, sou errante. E você o que faz?
- Bem. Ultimamente? Eu fujo de casa.
- Está sem rumo?
- Completamente - E deixa seu olhar sumir por entre os barcos
O Sol se põe, dando ao verde-azul do mar, um tom ouro...Riley se atira numa pedra menor, e sem perceber se aproxima da Ravena.
-Que pulo, hein ?
- Hábito de andar sobre essas pedras.
- Você vem aqui com que frequencia?
-Todas as imagináveis. Quer um beijo ?
- Ei rapaz. Você acha que é assim? Me conhece no onibus a pouco tempo, me tras até um local reservado e quer dar em cima de mim?
- Você tem melhor opção?
- Não. - E ela o puxa pela gola.
-Lembre-se da turquesa. - Disse o soturno.
-Agora não.
-Era o seu amigo John ?
-É, mais, aonde estávamos ?
John, achou que na boca de Rae, acharia um gosto de turquesa, perdido há milhas, dias, anos. Mais, não foi dessa vez que o achou, então, ele se enconstou em uma pedra, e a fez encostar nele, deixando ela ouvir seus batimentos cardíacos, nesse momento, Turquesa o invadiu, e se confundiu um turbilhão de coisas
-Me dá mais um beijo Rae ? Eu te quero agora.
Foi uma longa noite aquela. Dois estranhos se conheceram em seu íntimo. E em meio à madrugada John se depara novamente com o "vulto".
- Feliz, John?
-Honestamente ? Você sabe o que eu acho.
- Qualquer um que conseguir ler as paginas da sua vida iria saber.
- Tem momentos que você se torna indesejavel.
E a sombra some.
-Obrigado ! - Disse Riley gritando, com a mão em forma de soco - Não volte tao cedo.
No alto da noite, Rae acorda.
-Nossa, pensei que foi um sonho...E foi tão surreal.
-Mais foi nosso Rae.
- Nossa! Eu realmente perdi a cabeça.
- Não se prenda a éticas e morais.
- É... Não sei o que dizer.
-Vem aqui, edeixa o tempo passar.
Ela se aproxima.
- O que você iria fazer aqui exatamente?
- Exatamente o que aconteceu.
- Como assim?
- Digamos que eu sai de casa sabendo que isto aconteceria.
-Você prevê as coisas ?
-Por aí...
- E o que acontece depois daqui?
-Nós vamos transar, mais, antes, você vai me dizer que é virgem, mais, é mentira, pois seu pai já fez isso com você.
- Você não deve se dar mto bem com as mulheres sendo direto desse modo.
- Elas não costumam fazer tantas perguntas.
-E como você sabe ?
-Eu sei porque me contaram. e porque sou detalista.
-Como assim John ?
-Bem, você não notou, que toda vez que eu ia percorrer seu corpo com a minha mão, você tremia, e tirava minha mão com força ? Até nessa hora seus beijos eram intensos
Ravena parece ficar um pouco estupefata.
- Nossa.
- São coisas que se aprende com o tempo. - John avança para cima dela novamente.
De cima o conhecido "amigo" fica a observa-los. E ele somente pronuncia uma coisa.
- Seres humanos são seres repugnantes.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Capitulo II
O sol ainda é forte. Em certos pontos da cidade é só mais um dia calmo. Em outros, a fúria de informações recai em mesas, com formato de papel.
É desta monotonia e deste caos que Riley foge hoje. Informação é uma coisa que se precisa, em todos os sentidos. Às vezes é necessária perto, às vezes não.
Então, ele vai para seu lar: A Pedra De Outono.
Saindo da estação metroviária, ele pega um ônibus com destino à sua imaginação. Apenas uma bagagem ele carregava. Seu violão. Acompanhante de fileira nos bancos.
Riley assenta-se e reclina a cabeça sobre a janela. Só pode ver uma coisa antes do ônibus partir: Um homem de olhos fixos nos seus. Seu olhar só demonstrava um desespero. Como se Riley fizesse algo terrível.
Riley simplesmente tenta se segurar. Porém uma força maior agia sobre ele. Uma lágrima escorre, desenhando um caminho de descontentamento em seu rosto.
- O que tem em mente Riley?
A pergunta feita no metro foi repetida no ônibus. Mas com um maior impacto neste momento.
-Eu quero dar o fora cara. Eu me cansei.
Para os outros passageiros, Riley se tornou um louco. Está conversando sozinho.
- Novamente? - Mas é um louco que obtém respostas. Ou talvez perguntas certas.
-Novamente, se preciso. Eu cansei de acordar enquanto durmo.
- Você sempre volta lá; sempre foge das mesmas coisas. - O vulto negro sentado ao lado de Riley se ajeita no banco. - Sempre fugindo...
-Eu cansei de bater, e ver o sangue na mão.
- O sangue é a linha da vida, Riley. Ele é o que te mantém em pé. Lutar é a idéia partindo para o plano real. Querendo ou não, o sangue vai estar em você. O vendo ou não.
-Eu não tô a fim de ter aqueles pesadelos de novo.
- Encare-os! Ao invés de tentar sair de onde eles vem, vá ao seu centro. Descubra se o que você vê não passa somente de um medo. E convenhamos, de medos eu entendo.
-Eu cansei de correr e chegar a ponto algum. Se for pra ser na porra do sonho, que seja logo - Vou te contar a história de um cara conhecido como JR.
"JR, digamos que ele era um jovem muçulmano. Que conheceu os prazeres e as raivas da vida; e que após experimentar do fruto sagrado...”.
- Eu acho que isso é Adão e Eva.
- Não interrompa John
- Ta certo...
-Ele achava que o mundo era bom e justo
- E o que eu tenho a ver com isto?
- Ora John... JR. John Riley. Você não conhece sua própria história?
-É um mundo tão pequeno, que me esqueço de quem sou...
- Todos esquecem John... Todos esquecem.
-Até você?
- Eu nunca fui além de uma memória. E aqui, para os outros, eu não existo, e você é um louco que conversa sozinho.
-É sempre assim mesmo.
-Talvez seja eu a sua consciência?
- Se você não sabe o que é, talvez eu muito menos. Mas acho que devem te encarar como um amigo imaginário.
- Amigos imaginários não conseguem fazer isto.
O vulto some, e de maneira inexplicável a moça sentada atrás de Rele se aproxima do encosto dele e diz em seu ouvido:
- Eu sou muito melhor que amigos imaginários.
A moça para, olha novamente e pede desculpas a John, que somente faz um aceno com a cabeça.
-Se você quiser, eu posso conversar com você. John Riley...
-Meu nome é Ravena, disse ela.
-Ravena, que nome bonito...
-Minha mãe também acha, apesar de eu considerar um tanto estranho.
-E como você sabe meu nome?
- Eu ouvi você falando com seu... é... "Amigo imaginário".
- Ele ficaria revoltado se ouvisse você falando isto.
- Hã?
- Nada não.
- Quem é você Ravena?
-Sou uma menina...
-Como todas as outras?
-Bem, eu não tenho amigos imaginários.
John Riley nota na mochila de sua nova amiga, bottons de bandas, e vê algum em comum.
-Audioslave ?
-É, eu gosto...Mas prefiro ainda Soundgarden.
Você tem um ótimo gosto musical Ravena.
- Há quem diga o contrario.
- Mas há quem diga a verdade também.
- Posso me sentar?
- Claro! Desculpe minha falta de percepção.
- Falta de percepção? Pra que tanta formalidade? Não estamos em um tribunal.
- É só o costume mesmo.
John Riley não estava em um tribunal, mas se sentia um réu da vida. Tudo o que via o condenava...
- Está indo para onde, senhor Riley?
- Pedra De Outono, no Sinal 30
- Lugarzinho deserto esse, hein.
- Eu Sei Ravena, mas, eu gosto de lá. Eu posso ser imortal lá.
- Um louco imortal? - Ela esboça um sorriso - Ja vi muitos caras assim.
- Mas, eu sou um diferente. Eu tenho um violão e muito SkaReid.
- Grandes loucos existiram, e hoje tem seus nomes imortalizados. Digamos assim... Raul Seixas.
- Eu sei, mas, esqueça de mim, para onde vais ?
- Bom... Eu estou simplesmente indo para o mais longe que puder.
- O que se passa ?
- Bem... Na verdade, é, nada. Somente estou viajando. - Ela tenta abrir um sorriso novamente.
- Sério ?
- É o que as pessoas fazem, não é?
- Nem sempre - Riley, olha a menina mais intensamente, ele vê suas botas, sua saia, sua camisa meio amassada e marcas no braço, que se suspendiam pelos olhos negros e cabelos ruivos, chegando a uma boca carnuda e sensual.
- Quem te fez isso?
Ela olha para os braços, tenta esconde-os um pouco
- Isto? Cicatrizes de criança. Minha época de pulos mal-sucedidos sobre muros.
- Vero vero, ou vero que resultou uma viagem ?
- Pode ser. E o que te leva aos confins do sinal 30?
-Tentar arrumar minha vida, e acho que você também precisa, vem comigo ?
- Deixe me ver... - Ravena puxa uma agenda da mochila, abre em uma pagina completamente em branco. - É, acho que se encaixa no meu horario, pode ser.
- Que propício, me lembras de um amigo meu, um Clown nato - Olha para os velhos olhos cansados - Um grande amigo.
- E o que aconteceu com ele?
- Posso contar pra ela ?
- Ela quem?
"Seja mais discreto, John"
Ecoou dentro da cabeça de Riley.
- Perdoe-me...
- A ta. Seu amigo "imaginario" novamente?
- Você não iria acreditar no quanto ele é real.
- Sabe, eu sempre achei interessante esse lance de misticismo, mas sempre fui muito cética para este tipo de coisa.
John sorri friamente para ela e diz duas palavras:
- Uma brincadeira.
Após isto, a pessoa da poltrona um diz:
- Ravena.
A da segunda poltrona:
- Eu
A da terceira:
- Não.
A da ultima poltrona do onibus:
- Duvidaria.
Ravena se encolhe no banco. As pessoas começam a se entreolhar, assustadas. Não sabem o que fizeram, mas se ouviram.
- Meu Deus! John... eu... eu...
- Relaxe.
Ravena esmaeceu, se sentiu desnorteada. Nunca tinha visto algo igual, ainda mais com um estranho se mostrando daquela forma. Mas passou o resto da viagem em silencio. Próximo ao sinal 30 John pega seus objetos e se direciona à porta de saida do onibus.
- E ae, você vem?
-Com certeza vou - disse Ravena, se encolhendo cada vez mais.
O ônibus deixa John e Ravena numa estrada, cercada por um balneário litorâneo, então, andando a 10 minutos, Riley e a Moça, estão na Pedra De Outono, passando antes pelo Sinal 30, que é uma grando muralha de pedra escrita "Pax Et Lux"
- E onde é que você vai exatamente? - Ravena tenta puxar novamente assunto com o novo "amigo"
- Sentar, beber um vinho, e tocar um violão, pra fugir dos maus pensamentos. Me fala mais de ti e dessas chagas.
- Bom... Pelo visto elas não serão tão imprecionantes quanto o que eu vi la dentro. Mas se eu te contar, você me explica melhor do teu amigo?
- Com certeza.
- Bom... à mais ou menos duas horas minha mãe estava amarrada no quarto de casa. Meu pai estava a espancando, e quando eu vi o que ele estava fazendo, bom - Ela mostra os braços - acho que da para você entender.
- E você diz isto com toda esta calma?
- Bom. Não é a primeira vez que meu pai espanca minha mãe. E também - Ela levanta a blusa e mostra uma cicatriz - Minha mãe ja tentou me matar antes. Os médicos dizem que eu sobrevivi por um milagre.
- E ela continua com a sua guarda?
- Ela disse que eu tropecei e cai com a faca na mão. E como eu não estava presente e sabia que se eu dissesse algo quando chegasse em casa, talvez não saisse mais de lá, resolvi deixar por isto mesmo. - Ela respira - Minha mãe diz que eu fui o maior erro dela.
- Nossa...
- Dessa vez eu resolvi sair e não voltar mesmo.
- Vem comigo Rae ? podemos ser um trio. - Ele para um pouco. - Ou melhor, quarteto.
- Quarteto?!
- É. Eu quase esqueço do meu camarada que você conheceu à pouco.
- E quem seria o terceiro?
- Bom... - Ele levanta da uma batida na capa onde está o violão. - Meu outro amigo inseparável.
- Ah! Claro.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Capítulo I
Ele estava sentado no banco da estação. Talvez aguardando o metrô, ou somente para acalmar um pouco. O Sol o cegava, mais o aquecia para o embate diário.
Sua guerra começou cedo hoje, sua jaqueta agora o incomodava pelo calor. Uma boa música pesada passada dos seus fones ao seu ouvido, o que ajudava a manter sua raiva.
Ele se sentia sozinho, mas os solos que o arrebentavam contra a realidade, lhe davam pequenos traços de amor. Traços que só Ela poderia fazer bem. A tal turquesa
Desde os que rasgam a alma, até os que acalmam a fúria de teu soco inglês, Riley se perde no solo, porque isso não o faz lembrar de mais nada, ele está longe e perto.
Só se dá conta ao perceber que uma senhora que havia descido do metrô o observava "solando" uma guitarra imaginaria. Logo John Riley sai em direção ao metrô; pelo visto já se satisfez da calma do banco.
Mais um dia está começando.
Mesmo com o metro vazio a este horario, John Riley se mantém em pé no metrô. De alguma forma, olhar o caminho percorrido através da porta, o fascinava.
O crepúsculo combatia com os ferros, coisa que ele já tirava de letra, menos a saudade de uma turquesa.
O caminho é calmo. Exceto por uma excentricidade particular de John Riley.
– John?
– Diz cara.
– O que tem em mente?
– Não sei, estou com saudades dela, mais acho que ela se esqueceu de mim.
Um homem, sentado ao lado de John o encara. Pelo visto ele não está acostumado a ver as pessoas conversarem sozinhas. É um mundo injusto e tenso.
– Nos vemos depois. – Diz John. Talvez para o vento.
– Ele sai do vagão do metrô, e se encaminha em direção à saída da estação.
Um cara só, andando sozinho. Mas algo além da sua compreensão o protege e acompanha.
Sua guerra começou cedo hoje, sua jaqueta agora o incomodava pelo calor. Uma boa música pesada passada dos seus fones ao seu ouvido, o que ajudava a manter sua raiva.
Ele se sentia sozinho, mas os solos que o arrebentavam contra a realidade, lhe davam pequenos traços de amor. Traços que só Ela poderia fazer bem. A tal turquesa
Desde os que rasgam a alma, até os que acalmam a fúria de teu soco inglês, Riley se perde no solo, porque isso não o faz lembrar de mais nada, ele está longe e perto.
Só se dá conta ao perceber que uma senhora que havia descido do metrô o observava "solando" uma guitarra imaginaria. Logo John Riley sai em direção ao metrô; pelo visto já se satisfez da calma do banco.
Mais um dia está começando.
Mesmo com o metro vazio a este horario, John Riley se mantém em pé no metrô. De alguma forma, olhar o caminho percorrido através da porta, o fascinava.
O crepúsculo combatia com os ferros, coisa que ele já tirava de letra, menos a saudade de uma turquesa.
O caminho é calmo. Exceto por uma excentricidade particular de John Riley.
– John?
– Diz cara.
– O que tem em mente?
– Não sei, estou com saudades dela, mais acho que ela se esqueceu de mim.
Um homem, sentado ao lado de John o encara. Pelo visto ele não está acostumado a ver as pessoas conversarem sozinhas. É um mundo injusto e tenso.
– Nos vemos depois. – Diz John. Talvez para o vento.
– Ele sai do vagão do metrô, e se encaminha em direção à saída da estação.
Um cara só, andando sozinho. Mas algo além da sua compreensão o protege e acompanha.
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