Dentro da porta, umas vozes riem, Riley chora, seu mundo cai freneticamente. Filhos, mulheres, tudo se multiplica e cai por terra, enquanto ouve:
-Ah, eu sempre te amei "Guinie", eu gostaria de ser o pai desse guri.
-Mais não pode ser Henry, você me maltratou, e Riley me faz bem.
- Aquele cara é um largado, não sabe o que...
Antes de Henry terminar a fala, Riley abre a porta na mesma fúria com que avança para cima de Henry.
Riley o segura pelo pescoço, e com dois socos bem dados no rosto de Henry, o solta fazendo-o cair. E enquanto avança para pega-lo no chão, Henry acerta-lhe um chute na perna fazendo Riley escorregar. Henry ganha tempo o suficiente para se levantar. E quando Riley volta-se para ele, furioso, avançando novamente para tentar acertar um soco no estomago, Guinevierre se põe na frente e acaba recebendo uma pequena parte do soco, o suficiente para fazê-la dobrar-se sem ar.
- Guine... - Riley olha com espanto
Guinevierre cai no chão.
- John, tem algo errado. - Ela levanta a mão que estava no útero e mostra que está sangrando.
-Eu... Eu...
Riley agora, parte para cima de henryy, e com um único soco, lhe apaga. Agora Riley corre, e leva Guinneviere para um hospital, as horas passam rápido, e na face da dama, a dor é vista. E bem forte é.
A essa altura, Riley está sentado na sala de espera do hospital, e o mesmo médico que recebeu Guinevierre, volta por um corredor para falar com John.
- John Riley?
- Isso. Devo te chamar por...?
- Carter. Doutor Carter.
- Certo Carter. Como ela está?
- Bom, o dano sofrido por ela foi bem de leve.
- Então está tudo certo?
- Temo em te dizer, mas o bebê não resistiu. A pancada acertou em cheio a região neural da criança, que ainda estava em formação, e acabou abortando-a.
Neste momento Riley sente como se cada passo que ele ouve pelos corredores passasse em câmera lenta. As batidas do relógio se tornam lentas, quase paradas, agonizantes.